Sanções e aviões de passageiros

Por Paul Craig Roberts

Diz o autor que “o império de Washington começa a abrir fissuras, uma circunstância que vai trazer consigo uma acção desesperada”. As “fissuras” que aponta resultam de o imenso poder militar da maior potência imperialista ter cada vez menor correspondência com o respectivo poder económico, e do processo de “desdolarização” de um volume crescente de trocas económicas internacionais. A “acção desesperada” verifica-se em diversas partes do mundo, mas pode estar em curso - com ainda maior gravidade e aventureirismo - na Ucrânia.

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Os Estados Unidos, longe da independência energética

Por Atilio Boron

As estimativas feitas acerca do potencial das jazidas de xisto betuminoso na Califórnia erraram. Ao que parece, a realidade é 96% inferior. Má notícia para a independência energética dos EUA. Má notícia também para os países produtores, nomeadamente a Venezuela, contra quem irá intensificar-se a ofensiva imperialista.

A jazida de Monterrey, Califórnia, que supostamente continha 13.700 milhões de barris de petróleo, verifica-se agora que tem 600 milhões de barris.

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Capitalismo, violência e decadência sistêmica

por Jorge Beinstein [*]

Da Líbia à Venezuela, passando pela Síria, México, Ucrânia, Afeganistão ou Iraque, no que já decorreu da década actual presenciámos o desdobramento planetário permanente da violência directa ou indirecta (terciarizada) dos Estados Unidos e dos seus sócios-vassalos da NATO. Toda a periferia foi convertida no seu mega objectivo militar. A onda agressiva não se acalma, em alguns casos combina-se com pressões e negociações mas a experiência indica que o Império não agride para se posicionar melhor em futuras negociações e sim que negoceia, pressiona, com o fim de conseguir melhores condições para a agressão.

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Não à Segunda Transição! Poder Operário e República Socialista!

Por Partido Comunista dos Povos da Espanha (PCPE)

A crise institucional que afeta o sistema capitalista na Espanha tem colocado às classes dominantes a necessidade de realizar mudanças estruturais no Estado burguês, a fim de conter os efeitos desestabilizadores de tal crise, e reconduzir a situação a uma nova estabilidade para manter a exploração sobre a classe operária e os setores populares.

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Eleições colombianas: O grande vencedor é a abstenção

Por Carlos Aznárez

Realizou-se no passado domingo a primeira volta das eleições presidenciais na Colômbia. A abstenção ultrapassou os 60%. Nenhum candidato obteve maioria absoluta. Passam à 2ª volta os candidatos da direita e da extrema-direita, com uma diferença de votos entre si de pouco mais de 300 mil votos. Os dois irão disputar os mais de 3 milhões de votos dos candidatos excluídos. Será certamente um novo festival de enganos e falsas promessas, e o povo colombiano continuará a voltar-lhes as costas.

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Watching: Entrevista com Luiz Carlos Prestes em 1985 na Tv Paraná
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