EUA: o novo terrorismo financeiro sob máscara jurídica

Por Atilio Boron

O Estado Islâmico tem produzido uma lamentável inovação no formato da longuíssima história do terrorismo. Os exemplos de execuções antigas, cujas testemunhas diretas eram poucas, agora são transmitidos por internet em tempo real e seu horrendo impacto chega aos quatro cantos do planeta. Mas essa mudança não oculta o primitivismo do método, a decapitação, utilizada pelas mais distintas culturas desde tempos imemoriáveis.

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Se eu fosse palestino

Por Eduardo Galeano

Desde 1948 os palestinos vivem condenados à humilhação perpétua. Não podem nem respirar sem permissão. Perderam sua pátria, suas terras, sua água, sua liberdade, seu todo. Nem sequer têm o direito de escolher seus governantes.

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Sanções e aviões de passageiros

Por Paul Craig Roberts

Diz o autor que “o império de Washington começa a abrir fissuras, uma circunstância que vai trazer consigo uma acção desesperada”. As “fissuras” que aponta resultam de o imenso poder militar da maior potência imperialista ter cada vez menor correspondência com o respectivo poder económico, e do processo de “desdolarização” de um volume crescente de trocas económicas internacionais. A “acção desesperada” verifica-se em diversas partes do mundo, mas pode estar em curso - com ainda maior gravidade e aventureirismo - na Ucrânia.

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Os Estados Unidos, longe da independência energética

Por Atilio Boron

As estimativas feitas acerca do potencial das jazidas de xisto betuminoso na Califórnia erraram. Ao que parece, a realidade é 96% inferior. Má notícia para a independência energética dos EUA. Má notícia também para os países produtores, nomeadamente a Venezuela, contra quem irá intensificar-se a ofensiva imperialista.

A jazida de Monterrey, Califórnia, que supostamente continha 13.700 milhões de barris de petróleo, verifica-se agora que tem 600 milhões de barris.

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Capitalismo, violência e decadência sistêmica

por Jorge Beinstein [*]

Da Líbia à Venezuela, passando pela Síria, México, Ucrânia, Afeganistão ou Iraque, no que já decorreu da década actual presenciámos o desdobramento planetário permanente da violência directa ou indirecta (terciarizada) dos Estados Unidos e dos seus sócios-vassalos da NATO. Toda a periferia foi convertida no seu mega objectivo militar. A onda agressiva não se acalma, em alguns casos combina-se com pressões e negociações mas a experiência indica que o Império não agride para se posicionar melhor em futuras negociações e sim que negoceia, pressiona, com o fim de conseguir melhores condições para a agressão.

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Multimídia

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Watching: Entrevista com Luiz Carlos Prestes em 1985 na Tv Paraná
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