Nota da Frente Povo Sem Medo

7 de dezembro de 2015

No dia 2 de dezembro, o presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) decidiu abrir processo de impeachment contra a presidente Dilma. O país todo sabe que a decisão de Cunha foi tomada em meio a chantagens para salvar o seu próprio pescoço. Cunha é corrupto notório, age por interesses menores e não tem autoridade moral sequer para manter-se como deputado, ainda menos para conduzir um processo como este.

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Lançamento da Frente Povo Sem Medo no RJ

Lançamento da Frente Povo Sem Medo no Estado do Rio de Janeiro, segunda-feira (dia 23 de novembro), às 18h no auditório 111 da UERJ/Maracanã.

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“A luta de classes nunca tirou férias neste país”, afirma o professor da UFRJ José Paulo Netto

Em entrevista ao Brasil de Fato e aos Jornalistas Livres, o pesquisador e professor da UFRJ, José Paulo Netto, analisa as recentes manifestações de ódio contra determinados setores da sociedade a partir da formação social e da cultura política brasileira.

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Ato de lançamento da Frente Povo Sem Medo lota auditório em São Paulo

Movimentos sociais e seus representantes lotaram na noite desta quinta-feira (8) o auditório do Clube Transmontano, no centro de São Paulo, para o ato de lançamento da Frente Povo Sem Medo. O evento também homenageou os 48 anos da morte de Ernesto Che Guevara.

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QUE TEMPOS SÃO ESTES?

Por Amauri Soares*

São tempos de crise do capitalismo! Aliás, tempos em que a crise do capitalismo, que é cíclica e permanente, se manifesta nas formas mais regressivas, trazendo os efeitos nefastos de uma “civilização” cuja razão de ser é garantir a geração de lucro. Se gerar lucro é a razão de ser do modo de produção capitalista, e isso em si já é um problema sem solução nos marcos do sistema, o problema se agrava quando a geração de lucro tem como objetivo a acumulação privada para um punhado cada vez menor de monopólios. Aliás, o capitalismo foi erguido sobre o estatuto da propriedade privada dos meios de produção, sendo redundante falar em lucro privado. Mesmo as empresas públicas que produzem mercadorias e, portanto, geram valor novo, acabam produzindo na lógica de uma empresa privada, com os mesmos pressupostos, com a mesma racionalidade, com o mesmo padrão tecnológico e com os mesmos direitos laborais. Partilhar um percentual dos lucros para projetos sociais, o que na maioria das vezes é retórica, não altera a forma e o método da acumulação. A rigor, não muda nem o objetivo, porque todas as empresas públicas têm objetivos delimitados dentro dos interesses gerais da sociedade, quase sempre segundo os pressupostos da classe economicamente dominante. Isso só pode ser alterado quando o Estado, ou pelo menos o governo, age no sentido oposto ao interesse dos monopólios privados, o que implica na necessária existência de um projeto alternativo de sociedade.

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Multimídia

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Watching: Convocatória II SENUP
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