Derrotar Temer e o golpe, em defesa dos direitos!

Para além das Diretas Já, construir o  bloco popular

Antes de tudo, é preciso dizer que os acontecimentos dos últimos dias no Brasil são resultado da capacidade de luta da classe trabalhadora e do povo oprimido em geral. A força das mobilizações populares que vêm crescendo desde o segundo semestre do ano passado, dos dias de luta, das ocupações estudantis, da luta geral contra os projetos de regressão de direitos, atingiu níveis extraordinários nos primeiros meses deste ano de 2017.

Tivemos o maior 8 de março da história do Brasil e em 15 de março pelo menos um milhão de brasileiros e brasileiras foram às ruas protestar contra a destruição da previdência pública, das leis trabalhistas e contra a terceirização. Ali estava começando a virada. O governo golpista de Michel Temer passou a ter dificuldade para aprovar a pauta requerida pelo movimento golpista. A Greve Geral do dia 28 de abril, a maior pelo menos das últimas três décadas (talvez a maior da história), com apoio da maioria da população, estabeleceu uma linha de corte. Temer não tinha mais força para cumprir o papel a que se propusera em novembro de 2015: acabar com os direitos conquistados historicamente pela classe trabalhadora e entregar todas as riquezas do país para os monopólios imperialistas.

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Derrotar a regressão social e o governo golpista! Avançar na organização da soberania popular

A força da Greve Geral do dia 28 de abril deste ano de 2017 confirma a tendência já percebida nas manifestações dos dias 8 e 15 de março: é crescente a capacidade de luta da classe trabalhadora e dos setores oprimidos no Brasil. A elevação do nível de consciência sobre a gravidade da proposta de contrarreforma da previdência, do projeto de contrarreforma trabalhista e dos projetos de terceirização estabelece a possibilidade concreta de lutas mais fortes, mais amplas e, ao mesmo tempo, mais radicalizadas. É preciso que as direções das organizações populares percebam isso e definam táticas de lutas que possam ampliar a participação popular e permitir que a luta se desenvolva em toda sua profundidade.

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Nota de repúdio à ação violenta da PM-AM contra a militante Taly Nayandra do PCB

O Polo Comunista Luiz Carlos Prestes (PCLCP) repudia a ação repressiva violenta e injustificável contra a a militante do PCB Taly Nayandra, ocorrida na noite de sábado (25/02) na cidade de Manaus-AM.
A militante é uma figura pública, foi candidata à vice-prefeita nas últimas eleições em chapa composta por PSOL e PCB, e foi expressamente "xingada" de comunista pelos policiais que a espancaram, o que deixa evidente o conteúdo ideológico da ação. É notório que as perseguições e a violência injustificada contra militantes de esquerda tem se intensificado muito no último período, numa onda crescente de ódio que se fortalece tanto no âmbito do Estado quanto na sociedade em geral. Não temos dúvida de que isso compõe o quadro de triunfo da reação de extrema direita impulsionado pelo processo golpista atravessado pelo país.
Nos somamos na luta contra a repressão e nos solidarizamos com a militante e seu partido.

 

Link da nota do PCB: https://pcb.org.br/portal2/13670

Crise no Rio de Janeiro

Texto de análise do PCLCP-RJ

1- Em junho de 2016, através do decreto de calamidade pública, o governador em exercício Francisco Dornelles (PP) justificou a “grave crise econômica” (palavras do Governador), a "queda da arrecadação do ICMS, dos royalties do petróleo", "severas dificuldades na prestação de serviços essenciais" e a possibilidade de um "total colapso na segurança pública, na saúde, na educação, na mobilidade e na gestão ambiental".

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Abaixo-assinado pelo fim da violência no Complexo do Alemão

Nós mulheres faveladas sabemos que somos nós, que mais carregamos todas as dores e angústias quando a favela sofre e sangra em mais uma grande operação policial. Operação essa que nunca respeitou o direito de liberdade das moradoras e moradores do Complexo do Alemão e muito menos as vidas que aqui (sobre)vivem. Sabemos também que os nossos maridos, irmãos, filhos e amigos são os mais criminalizados na favela. Sabemos que o fato de serem homens, favelados e em sua grande maioria pretos, é o que os sentenciam como marginais.

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Multimídia

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Watching: Convocatória II SENUP
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