A greve dos professores de Santa Catarina

Entrevista com Adalberto Tabalipa, do comando de greve. Ele fala sobre os motivos que levaram à greve e sobre a situação do professor em Santa Catarina.

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Resolução da Direção Nacional da INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora

INTERSINDICAL Central da Classe Trabalhadora 

O grau de polarização social que o Brasil enfrenta desde o ano passado ganhou contornos graves após as opções do segundo governo Dilma com ataques a direitos sociais e trabalhistas, um ministério ainda mais conservador e comprometido com o capital financeiro, o agronegócio e a adoção de uma política econômica fortemente restritiva que deve levar à recessão e aumento do desemprego.

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O governo continua a retirar direitos dos trabalhadores

PCLCP – Doze anos atrás quando “a esperança venceu o medo”, ou seja, quando Lula e o PT chegou à presidência da República em 2003, com apoio dos movimentos populares e setores trabalhistas, havia sim a esperança de que os anos nefastos de Collor e FHC tivessem ficado para trás. Havia a esperança de mudança na política econômica ditada pelo FMI; havia esperança no fim da financeirização da economia; havia esperança no combate aos transgênicos; havia esperança na efetivação da reforma agrária, com democratização do acesso a terra; havia esperança no fim da privatização do Estado brasileiro; havia a esperança no fim da superexploração do trabalho. Mas, sobretudo, havia sim a esperança de que os direitos sociais estariam protegidos dos ataques de governos subservientes aos ditames do capital. Collor abriu o caminho da privatização do Estado, da desregulamentação e financeirização da economia. Sua política econômica provocou uma brutal reestruturação produtiva, levando à desindustrialização inúmeros setores e ao aumento do desemprego. Quem conseguiu permanecer no emprego vivenciou a intensificação dos ritmos da produção e aumento da jornada de trabalho, além de amargar o achatamento salarial.

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Moção de apoio aos trabalhadores terceirizados da empresa Serra do Sudeste alocados no Hospital Sanatório Partenon, Hemocentro e FEPPS

A terceirização é mais uma estratégia capitalista para aumentar o lucro dos empresários e quem paga a conta são sempre os trabalhadores. Com a terceirização, a exploração e a opressão no ambiente de trabalho parecem ainda mais degradantes: as violações passam por intensificação da exploração, salários miseráveis, redução de direitos trabalhistas, assédio moral e, na lógica da meritocracia, homens e mulheres esquecem a necessária organização coletiva a fim de se manter nos escassos empregos.

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Pelo direito à luta pela saúde 100% pública e gratuita, anulem a suspensão contra a residente Elsa Roso!

logo 53A profunda privatização e o crescente desmantelamento dos princípios democráticos que constituíram o Sistema Único de Saúde (SUS) 100% público e gratuito são realidade visível enfrentada por uma série de trabalhadores, estudantes e entidades sindicais. Contudo, como se não bastasse o assédio moral permanente sobre os militantes que estão por todo o país lutando contra essas políticas públicas privatizantes, está em curso uma evidente repressão aberta contra aqueles que não se deixam calar pelos interesses dominantes.

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Watching: Convocatória II SENUP
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