DERROTAR O GOLPE E SEU PROGRAMA DE REGRESSÃO SOCIAL

logo 53A eleição municipal de 2 de outubro colocou diante dos olhos de todo mundo a profundidade do golpe que está se estabelecendo em nosso país. Com exceção de algumas raras cidades, onde o campo popular disputa o segundo turno, a direita tradicional, dos partidos golpistas, venceu as eleições. Exemplo de exceção à esquerda é a presença de Marcelo Freixo, do PSOL, na disputa de segundo turno na cidade do Rio de Janeiro. Comprovação da força da direita golpista foi a vitória em primeiro turno do candidato do PSDB em São Paulo, a maior cidade do país, e uma das maiores do mundo.

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Apoiar Freixo no 2o. Turno e construir a vitória contra o Golpe e o retrocesso

No primeiro turno, o Polo Comunista Luiz Carlos Prestes (PCLCP) apoiou militantes e aliados em diversas regiões do Brasil. No Rio de Janeiro, contribuímos para reeleger o vereador Leonel Brizola Neto e para levar Freixo ao segundo turno.

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Voz Operária – Edição RJ – Out/2016

Leia nesta edição:

Despejo ilegal da PM na comunidade da Skol termina com moradores feridos e presos 

Terceirização põem em risco o emprego digno no Brasil

Congresso entrega o Pré-Sal para Shell e Chevron!

PEC 241 extermina de vez os direitos dos Brasileiros!

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2º turno em SC: votar nulo e organizar a greve geral por nenhum direito a menos

Em Santa Catarina, teremos segundo turno apenas nas três maiores cidades, também porque são as únicas com mais de 200 mil eleitores. No entanto, em nenhuma delas está garantida no segundo turno alguma candidatura que mereça o apoio e o voto das forças populares e democráticas, a menos que a justiça determine que Elson Pereira, do PSOL, possa disputar o segundo turno contra Gean Loureiro na capital, já que Ângela Amin foi condenada a perda dos direitos políticos por cinco anos. Excluída esta excepcionalidade, não existe alternativa.

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Despejo violento na ocupação da antiga Skol expõe o Estado de exceção

PCLCP-RJ

A antiga cervejaria, abandonada desde 1994 foi ocupada por quase 500 famílias do Complexo do Alemão em 2001. Em 2011 a Ocupação foi despejada e as casas dos moradores foram destruídas, com a promessa de que as famílias seriam reassentadas no mesmo local, que daria lugar a um novo conjunto habitacional. Essa informação foi publicada no Diário Oficial e na imprensa oficial do Governo do Estado1.

Para dar início às obras foi acordado entre as partes (Ex-Governador Sérgio Cabral e as famílias) que todas as famílias seriam cadastradas no aluguel social. Neste ano de 2016, após constantes atrasos de pagamento, despejados de suas casas, e enganados pelo Governo do Estado – até hoje não há nenhuma perspectiva do início das obras – não restou outra opção a não ser reocupar o terreno onde ficava a comunidade.

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Multimídia

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Watching: Convocatória II SENUP
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